sexta-feira, 24 de julho de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Das poucas diferenças que os outros notem, sou o contrário por uma razão tão normal, não há interpretação quanto ao texto que é descrita a minha, acho muito fácil julgar mas muito difícil saber.

Si bu oja lebri brinka ku lubu, sibi kuma onsa sta partu.

Pois, isso trata-se do que acontece, a afirmação que fiz. Basta olhar e pensar, a reacção responde àquilo que a pessoa é. Não será, não será fácil saberem o que sou, quem sou. Frases em morse para não ser precisamente, introduções famintas de palavras e frases estranhas que nos fazem pensar no que sou.
Como vê, é mais um, mais um neste mundo de futilidades puras, onde a imagem é que representa todo o nosso interesse(que devia existir) pela cultura.
Diz-se que é porque parece ser, mas

na boka ficadu i ka ta ientra moska.

Esta maneira de tornar a minha voz num silêncio mas as palavras num grito constante que fere a visão e o pensamento de quem as vê/interpreta.

Se criar, feche a boca e pense para si, verá que não está de acordo.
Levo da arte o beijo
Suspiro que ela me dá
Pingos interiores expelidos
Força de carácter pessoal
Identifica-me.

Através de uma cabeça erguida,
Ponta do nariz para Norte
Mexo o corpo consoante o vento,
Trago ideias através de marés.

Será um pano? caído que iniciará
Todo o percurso que sigo.
Isto para voar, para as asas.

Aguentar a pressão do meu corpo
Pois exerce movimentos contínuos
Identificando a paragem que o cansaço provoca
Rosto, braços, corpo...

Tudo frio ainda...



Savard.



flying high

Dos ares cai um anjo, que cujas asas derreteram por serem feitas de cêra. Já o teram avisado, mas com a ambição de ser o primeiro a consegui-lo fazer, caiu para a morte...ou talvez não.